Coluna Secovi

A missão de trabalhar pelo desenvolvimento do País

 
Flavio Amary
Claudio Bernardes
João Crestana
Romeu Chap Chap
Walter Lafemina
Ricardo Yazbek
Sergio Mauad
Paulo Germanos
 

Como brasileiros, estamos atentos às questões de ordem política. Em nossa pauta, apoiamos o combate à corrupção, por meio da correta investigação e justa punição aos culpados.

Defendemos a aprovação das reformas para a modernização trabalhista e da Previdência, fundamentais para os destinos do País, após o que se deve promover a reforma política.

Propugnamos pelo integral cumprimento da Constituição, que tem de ser respeitada sem casuísmos, e pelo pleno funcionamento das instituições, que devem dar firme condução às suas atividades. Mais ainda: defendemos a tão necessária pacificação.

Todavia, consideramos que algo mais importante deve nortear vida nacional: evitar o enfraquecimento ainda maior da economia. E a única forma de garantir tal objetivo é trabalhando. Disso depende a nossa sobrevivência.

É claro que não podemos ficar alheios às oscilações do ambiente político. Mas, até quando vamos permitir que ele defina o que podemos fazer pelo Brasil?

Após longo período, voltamos a experimentar os sintomas da retomada do crescimento, confirmada por importantes indicadores econômicos. Em queda, a inflação deve fechar abaixo da meta de 4,5% ao ano. A taxa de juros mantém o viés de baixa; depois de muito tempo, a balança comercial tornou-se superavitária; o risco Brasil diminui, facilitando a captação de recursos externos; e, ainda que de forma tênue, há recuperação no nível de emprego.

Se tudo isso está acontecendo em meio à atual turbulência política, denota-se a questão maior não é de fundo econômico. Bem ou mal, brasileiros cansados de esperar que o clima político se apazigue resolveram voltar à velha e verdadeira tese de que economia se aquece com trabalho, produção, renda e consumo. Cruzar os braços é a pior das opções.

A grande missão que cabe aos cidadãos é impedir que a economia seja paralisada. Ora, mas como fazer isso diante de tantas incógnitas? Com muito trabalho, afinco e confiança em nós mesmos e no futuro do País.

Os empresários, como principais responsáveis pelo início da recuperação da economia, têm de assumir para si o compromisso de defender o desenvolvimento do Brasil. Não podemos esmorecer.

Incertezas não podem matar a capacidade de superação dos brasileiros. Uma capacidade que atende pelo nome de trabalho. Trabalho árduo, decente, honesto. Que edifica, constrói e reconstrói. Que define quem somos e, principalmente, o que será de nós.

*Presidente e ex-presidentes do Secovi-SP

 


21 de junho de 2017

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