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Painel “É hora de se reinventar” traz três histórias de sucesso do mundo empresarial


Fundadores da Incorporadora Setin e do Grupo Multi Educação e executivo da WTorre contam como tiveram de reinventar seus negócios

O painel “É hora de se reinventar”, realizado na segunda-feira, 29/8, e coordenado pelo presidente do Secovi-SP, Flavio Amary, reuniu Carlos Wizard Martins, presidente da Mundo Verde e fundador do Grupo Multi Educação (escolas de idiomas Wizard, Yázigi, Skills, além da SOS Computadores e da Microlins) ; Rogério Dezembro, presidente da WTorre Entretenimento; e Antonio Setin, presidente da Setin Incorporadora. Eles apresentaram suas trajetórias de sucesso e mostraram como conseguiram, cada um a seu modo, reinventar seus negócios.

Carlos Wizard começou sua vida profissional dando aulas particulares de inglês em casa, depois de se formar nos Estados Unidos. Fundou o Grupo Multi, que chegou a empregar 45 mil pessoas, e hoje controla a Mundo Verde, com 400 lojas no sistema de franquia. Ele falou sobre as dificuldades enfrentadas à época de fundação do Grupo Multi, nos anos 80, quando a inflação mensal oscilava de 60% a 80%.

Rogério Dezembro destacou que o Grupo WTorre tem se reinventado. Disse que o mundo vive uma época de desconstruções radicais e deu um exemplo: o Uber, com sete anos de vida, tem um valor de mercado de US$ 64 bilhões, mais do que a centenária Ford, que vale US$ 55 bilhões. O celular ascendeu no sonho de consumo da juventude, enquanto o carro decaiu. “E, mudando a prioridade, muda o negócio”, disse. Aspirações que estão em alta, conforme ele: celebrar, viver experiências e o compartilhamento. “Por isso, na WTorre, cada vez menos o nosso negócio é construir. Cada vez mais é criar espaços de experiências.”

Antonio Setin, o terceiro palestrante, contou sua história de vida, do começo, aos 13 anos, como funcionário de uma marcenaria, ao momento atual da Setin. Falou do início da incorporadora, quando atuava com habitação popular, e do trauma com o congelamento do Plano Collor, em 1990. “De 1986 a 1991, tivemos momentos muitos turbulentos. Cheguei a adotar uma moeda própria”, contou.

Ele falou sobre as investidas da Setin na área de turismo (“Eu trouxe a rede Grand Mercure e os hotéis Formula 1 para o Brasil”), o investimento em condomínios-clube e a fusão com a Klabin Segall, depois vendida. De 2009 para 2010, ele voltou ao mercado com a nova Setin. Hoje, a incorporadora investe pesado em empreendimentos compactos de 18 a 50 metros quadrados no centro da cidade de São Paulo.

Confira as fotos

 

Autor: Sonia

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