Pesquisa Mensal de Locação
Março de 2013
PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL
CIDADE DE SÃO PAULO – MARÇO DE 2013
Os imóveis disponíveis para alugar tiveram estabilidade nos valores em março de 2013, pois a alta dos aluguéis foi de apenas +0,1% em relação à situação de mercado de fevereiro. Considerando os últimos 12 meses, o aumento acumulado das locações alcançou 7%, percentual inferior ao da variação do IGP-M desse mesmo período, de 8,06%.

As moradias que tiveram maiores acréscimos foram as de 1 e 2 quartos, que apresentaram elevações médias de 0,2% e 0,1%, respectivamente, no mês de março deste ano. As residências de 3 quartos não tiveram variação entre fevereiro e março de 2013.
Esta pesquisa sobre o mercado de aluguéis é feita pelo Secovi-SP e visa acompanhar a performance da área de locação de imóveis residenciais na cidade de São Paulo. As informações estão disponibilizadas em valores por m2 (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados) e estão organizadas em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas zonas: a que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B – outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista etc.); Oeste (segmentada em duas: zona A – Perdizes, Sumaré, Pinheiros e vizinhanças; zona B – bairros como Butantã, Jaguaré); Sul (dividida em duas sub-regiões: zona A – Jardins, Moema, Campo Belo, Vila Mariana, dentre outros; zona B – bairros como Campo Limpo, Cidade Ademar etc).
Os dados estão apresentados por faixa de valores por metro quadrado, por número de dormitórios e por estado de conservação. Por exemplo, um imóvel de 3 quartos na zona Norte, em bom estado, possui aluguel por m2 entre R$ 18,74 e R$ 19,68. Uma moradia de 90 m2 nessa região tem sua locação entre R$ 1.687,00 e R$ 1.771,00.
Bairros da área Sul - zona A, como Jardins, Moema e Vila Mariana, têm nas locações de residências de 3 dormitórios faixa de valores por m2 entre R$ 25,97 e R$ 32,74 Assim, um imóvel com área em torno de 150 m2 na região tem aluguel de R$ 3.895,00 a R$ 4.911,00.
O tipo de garantia mais usado nos contratos de locação foi o fiador, utilizado em aproximadamente metade (47,5%) dos imóveis locados. O segundo tipo de instrumento jurídico mais recorrido foi o depósito de até três meses de aluguel, que respondeu por 32% dos contratos efetuados. Cerca de um quinto dos imóveis usou o seguro-fiança.

As moradias que foram alugadas mais rapidamente foram as casas e os sobrados – tiveram prazo médio de escoamento entre 13 e 31 dias. Os apartamentos foram locados mais lentamente – o IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede em número de dias quanto tempo se espera até que se assine o contrato de aluguel, oscilou entre 18 e 38 dias.
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Confira as tabelas e gráficos
O Secovi-SP acompanha dois indicadores da área de locação que são relevantes para se compreender o comportamento desse mercado. O primeiro deles é o que baliza a atualização monetária dos valores de locação vigentes no momento de aniversário de contratação. Estima-se que aproximadamente 90% dos contratos são regidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado), da Fundação Getúlio Vargas. Os imóveis indexados a esse indicador que aniversariam em agosto terão variação de 8,36%, inferior ao percebido nos contratos com aumento em julho, que foi de 8,65%
O outro indicador é obtido por intermédio de pesquisa realizada pela entidade e tem como objetivo captar a variação média dos valores de locação dos contratos fechados, ou seja, realizados em cada mês.
De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, os aluguéis de casas, sobrados e apartamentos aumentaram em média 1,3% em julho de 2011 em relação aos valores vigentes no mês anterior. Considerando o período dos últimos 12 meses, a elevação acumulada das locações alcançou 18,1%, percentual superior ao da variação da inflação no mesmo intervalo de tempo.
Os imóveis de 3 dormitórios tiveram crescimento nos aluguéis em julho em ritmo pouco maior que o de outros tipos de moradias, com alta média de 1,7%. As unidades de 2 quartos tiveram acréscimos nos valores de locação da ordem de 1,3% e as moradias de 1 dormitório aumentaram 1% em julho, comparativamente aos valores de junho.
Este estudo sobre o mercado de locação residencial da Cidade de São Paulo visa acompanhar a performance das locações residenciais na capital paulista. As informações estão disponibilizadas em valores p or m 2 (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados). Os dados estão classificados em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas zonas: a que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B – outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista etc. ); Oeste ( segmentada em duas: zona A – Perdizes, Sumaré, Pinheiros e vizinhanças; zona B – bairros como Butantã, Jaguaré ); Sul ( dividida em duas sub-regiões: zona A – Jardins, Moema, Campo Belo, Vila Mariana, dentre outros; zona B – bairros como Campo Limpo, Ipiranga etc ).
As informações dos aluguéis residenciais estão disponibilizadas por faixa de valores por metro quadrado, por número de dormitórios e por estado de conservação. Por exemplo: um imóvel de 3 quartos na zona Norte, em bom estado, possui aluguel por m 2 entre R$ 16,19 e R$ 17,67: moradia de 90 m 2 tem sua locação entre R$ 1.457,00 e R$ 1.590,00 .
Os bairros da área Sul - zona A, como Jardins, Moema e Vila Mariana, têm nas locações de residências de 3 dormitórios faixa de valores por m 2 de R$ 22,55 a R$ 28,17. Assim, um imóvel com área em torno de 150 m 2 na região tem aluguel de R$ 3.382,00 a R$ 4.225,00.
O tipo de garantia mais usado nos contratos de locação residencial em julho foi o fiador, recorrido por quase metade (47,5%) dos proprietários dos imóveis. O depósito (de até 3 meses de aluguel) foi utilizado em cerca de um terço dos imóveis locados (32%). O seguro-fiança foi o instrumento jurídico usado em 20,5% das moradias alugadas.
As casas e os sobrados foram os tipos de imóveis alugados mais rapidamente: foram locados dentro de um período médio entre 12 e 28 dias. Os apartamentos escoaram num ritmo mais lento: o IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede em número de dias quanto tempo demora um imóvel vago para estar alugado, registrou um intervalo médio entre 17 e 36 dias.